AÇÕES DE FISCALIZAÇÃO DO FISCO FEDERAL – parte 4

Empresário lendo documentos com o conceito de lupa para analisar um acordo financeiro ou contrato legal
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AÇÕES DE FISCALIZAÇÃO DO FISCO FEDERAL – parte 4

VISÃO DE ANTECIPAÇÃO DE INCONFORMIDADES

Ainda não consegue identificar as possíveis inconsistências nas escriturações? É bom começar.

Na matéria anterior comentei sobre a importância de adotar ações de regularização espontânea, com a finalidade de evitar qualquer procedimento de fiscalização do Fisco.

Sabemos que não é nada fácil trabalhar com esta visão de compliance, verificando as possíveis incorreções, antes de enviar as informações nas escriturações digitais. Mas, na prática é necessário mudar a cultura atual das empresas, que envolvem diversas áreas, gestores e processos diferentes. É necessário revisar e alterar processos e rotinas de trabalho para todos os envolvidos que, de alguma forma, participam da geração das informações e saibam exatamente o que precisam fazer para garantir a qualidade da informação, mesmo que não esteja diretamente relacionada com o processo final, que é a geração das escriturações. Mas, por que agir desta forma? O Fisco não “espera” que as empresas transmitam suas informações e depois verifiquem se existe algum erro.

O que precisa ser feito é a inversão deste processo: definir rotinas e critérios de análise visando antever as situações que podem gerar possíveis erros e inconsistências, proporcionando um ambiente mais seguro e evitando futuros questionamentos do Fisco.

Já vivenciei inúmeras situações de risco e autuações, que poderiam ser evitadas ou minimizadas se as empresas adotassem novas práticas que permitam identificar com assertividade a qualidade das informações de forma preventiva.

Todas essas ações nem sempre estão relacionadas aos sistemas de gestão ou soluções fiscais. Geralmente, os maiores problemas estão nos processos e na compreensão da importância da mudança na visão crítica e novas formas de gestão que permitam a participação de todas as áreas da empresa.

Não existe um modelo padronizado para este processo, e cada empresa tem que avaliar as melhores práticas que passa por controles internos, regras, normas e gestão de risco.

Vamos lá! Nada de ficar esperando as coisas acontecerem para depois tomar as ações corretivas. Não seja surpreendido pelas ações do Fisco, que estão cada vez mais eficientes e rigorosas.

 

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